Olá!
Depois de dias e dias perdida em montes de trabalho urgente, reapareci!
Hoje acordei às 7h00 com os pedreiros da construção ao lado dando marretadas nas paredes (é uma reforma), o que eles continuam fazendo até agora (15h35). Aí, como eles estão fazendo um barulhão, eles conversam aos berros, para conseguirem se comunicar.
Sendo assim, resolvi escrever hoje sobre o silêncio. Precioso silêncio.
A casa antiga, natural, existia em harmonia com os sons e os ritmos da Terra. Depois, a partir do século XX, a casa foi exposta aos ruídos das máquinas e da vida frenética.
Em uma casa barulhenta não se pode liberar o cansaço de um dia de trabalho. Pior ainda se o ruído impede o sono regenerador, pois nesse caso ele prejudica a mente e o corpo, afeta o humor, memória, aprendizagem, criatividade e emoções.
Importante é deixar a agitação fora de casa e calar também o ruído interno. O mestre chinês Pai Lin afirmou que a falta de serenidade, um dos piores males do nosso tempo, nos desgasta e envelhece mais cedo.
Lubienska de Lenval, educadora, autora do livro
Silêncio, Gesto e Palavra, diz que "o homem traz em si mesmo o silêncio e o ruído". E cabe somente a nós interceptarmos a agitação, dentro e fora de nós. Para ela, o silêncio cura, reconforta e restabelece as forças, renova o pesnamento. E silêncio não é mutismo, é a voz bem colocada, é a consciência do gesto harmonioso.
Beijos
Bel
Marcadores: barulho, ruído, silêncio
2 Comentários:
por isso dizem "por aí".... o silêncio vale ouro!
:)
Tô pobrinha, pobrinha....
hahaha
beijos JO
Por
Data Especial (www.dataespecial.com.br), Às
1 de julho de 2008 12:54
Não tem coisa melhor que silêncio. Sou bem fã!!!
Adoro o jeito que você encontra para falar das coisas tão comuns.
beijos
Por
Caru, Às
11 de julho de 2008 06:53
Postar um comentário